11 de maio de 2011

Olá!

bom dia Pessoal!

Semana está um pouco tumultuada, mas agora deu para dar uma passadinha aqui.

Segunda-feira fui a Paulus comprar a liturgia diária para minha mãe e acabei comprando um livro que gostei muito. O nome é "Deus é Amor: Encontros com Crianças de 8 a 11 Anos". Achei o método muito bom, ele vem com um CD com músicas e é ideal para meus pequenos, pois é exatamente esta idade que trabalho.

Este livro possui para várias idades. Segue abaixo uma resenha que encontrei no submarino.

Deus é Amor: Encontros com Crianças
de 8 a 11 Anos - Evangelização Fundamental
Módulo 1
Depois do sucesso dos volumes voltados para a pre-evangelização, a coleção Catequese Permanente apresenta o módulo 1, chamado evangelização fundamental.
Este é o momento de esmiuçar as principais experiências da fé: a experiência de Deus - momento em que Ele é apresentado às crianças, fazendo-as se sentirem motivadas a ir ao Seu encontro - e a experiência do pecado - ponto em que o catequizando é desafiado a compreender os mistérios da fraqueza humana. Seria de extrema valia, para enriquecer este estudo, que o catequista tivesse acesso à carta do Papa Bento XVI, intitulada Deus é amor.


Ontem baixei as fotos do dia das Mães, mas não tive tempo de compartilhar aqui no blog. Vou tentar fazer isso hoje a noite.

Tenham todos uma quarta-feira abençoada.

6 de maio de 2011

Dia das Mães

Ei pessoal!

Minha mãe as vezes parece estar toda empolgada com as filhas ligadas a catequese. Ela está me ajudando no encontro deste sábado. Teve uma ideia para as lembrancinhas de dia das mães para meus pequenos.

Neste sábado vou falar sobre Maria e o dia das Mães. Vou lançar um desafio que encontrei em um blog, para o mês de Maio, incentivando-os a rezar a Ave Maria.

Depois de falar sobre Maria faremos uma palavra-cruzada sobre Maria (segue abaixo).
Não lembro de onde tirei, caso seja de sua, me envie um comentário que darei os devidos créditos

4 de maio de 2011

Ser filho da misericórdia de Deus - Pe. Fábio de Mello

Este domingo assisti a pregação do Padre Fábio de Melo na Canção Nova e foi maravilhosa. Segue abaixo um pouquinho dela. Quem quiser assitir é só clicar AQUI.

Quantas vezes, em nossa vida, criamos repulsas por nós mesmos por causa de nossos pecados! A consequência dos pecados, dos erros, não é o tempo que o erro dura, mas o que ele vai gerando dentro de nós. Você não tem o direito de viver como um miserável, porque você não o é. Nós não podemos nos transformar nos erros cometidos.

Nada nesta vida pode me emocionar mais do que o coração de Jesus. Pensar que Ele amava como amou, olhar para o jeito como Ele olhava o mundo, como Ele via a miséria humana e tudo aquilo que era feio, triste e desagradável. Essa Canção Nova está cheia, porque todos nós necessitamos ouvir, todos os dias, que Deus nos ama, nos quer bem, que Ele não se cansa de nós. A Canção Nova está repleta de gente, porque todos nós, que experimentamos a miséria, sabemos como é duro viver, como facilmente caímos nas desgraças, como é fácil tornarmos nossa vida um inferno. E a porta da nossa destruição é justamente o momento em que deixamos de nos querer bem. É por isso que a Igreja se preocupa em gritar em alto e bom som que a Deus nos ama.

Deus ama você! Apesar da nossa miséria, essa notícia não muda. É maravilhoso pensar que o movimento do Criador é fazer com que a Sua criatura O perceba, O conheça. A grande graça de Deus é olhar para você e não achar que você é multidão.

Eu não sei quando foi o seu encontro com Jesus; não sei se você O conheceu por meio das histórias que sua mãe lhe contava dEle ou se você escutou que Ele realizava milagres; eu não sei qual foi o caminho que você andou até encontrar a imagem de Jesus Misericordioso nem o que Ele significa para você. Mas eu sei o que essa imagem significa para o Pai.

Ninguém pode compreender o amor senão por intermédio de outra pessoa, pois o amor nós não aprendemos na faculdade com conceitos e teorias. Por isso o Pai fez questão de nos enviar Alguém que ama, um homem responsável, porque conhece a lei. Jesus é um bom judeu, não relativiza a religião, não é um homem que fala bobagens , porque foi bem preparado, foi um menino bem educado, porque Deus fez questão de colocá-Lo como filho de uma mãe que sabia ser mãe. Ele não é um medroso, um mentiroso. É um homem terno, que gosta da vida, gosta tanto dela que é mostrado indo a festas, conversando com amigos. É um homem que não tem preconceitos. Ele foi capaz de ir a lugares inusitados, sentar com pecadores, conversar com miseráveis.

As autoridades da época achavam um absurdo o que Jesus Cristo fazia. Jesus tinha um coração cheio de amor, e quem ama de verdade não tem medo de encontrar as pessoas, não tem medo de encontrar os miseráveis. Sabe por que não gostamos de estar diante de um miserável? Porque quando estamos diante dele, nos deparamos também com as nossas misérias.

Jesus foi um homem complexo. Um homem capaz de olhar a aparência e nela não se prender, pois sabia que por trás de uma aparência de repulsa havia um coração necessitado de Deus. Ele se sentava com os leprosos e prostitutas. Ele as convencia de que a vida podia ser nova e diferente. Ele não teve medo de confundir as pessoas mostrando-se tão humano.

Como posso acreditar que um Deus se deixa ser crucificado? Como acreditar num Deus que se senta para comer com quem não vale nada? Como acreditar num Deus aparentemente tão contraditório, tão cheio de paradoxos? Não sei como o Pai entrou em sua vida e lhe apresentou Jesus, mas hoje eu vivo a Festa da Misericórdia com tanta emoção que posso lhe dizer que foi assim que eu O conheci e aprendi que podemos segui-Lo sendo divinos e sendo homens.

Hoje, posso dizer que sou filho da Misericórdia, porque o Deus que eu conheci não é um Deus de fachada, de hipocrisia, mas este Jesus da festa de hoje, que tem essa sedutora face e que diz com tanta coragem, por meio de Santa Faustina, à alma fraca e pecadora: “Não tenha medo de se aproximar de mim, pois mesmo que seus pecados fossem como todos os grãos de areia do universo, seriam nada em meio à imensidão de meu amor”.

Foi para isso que eu me tornei padre, para retirar o seu medo de se aproximar dEle, para ajudá-lo a jogar fora o “câncer espiritual” que cresce dentro de você, alimentado pelo autodesprezo que o pecado coloca dentro de você.

Se Deus amava aqueles que aparentemente não valiam nada, aqueles que eram causa de escândalos, Ele pode amar a mim e a você também. Não há nada que não possa ser curado pela misericórdia de Jesus.
Sabe por que, muitas vezes, desistimos? Porque nos falta religião para nos apoiar. Quando você, na lida do seu dia a dia, precisa redescobrir o seu valor como pessoa, enfrentar as picuinhas da sua alma, as suas mentiras, quando precisa olhar no espelho e ver suas vergonhas, só o que lhe resta é dizer-se: “Deus me ama”.

“Deus me ama” é o contexto de uma vida inteira. O Senhor ama você, porque, antes, Ele amou Lázaro, amou Maria Madalena, Pedro, amou Judas. Deus amou Adão, amou Eva. Ele é misericórdia e por isso eu posso lhe dizer: ninguém o ama como Deus.

Eu, como sacerdote que sou, não tenho o direito, pela condição que me foi colocada, de dizer que você é um caso perdido, pois ao dizer isso, eu estou contradizendo o que, com a misericórdia, eu aprendi, porque eu também posso ser considerado um caso perdido.

A misericórdia nunca vai lhe dizer que você é um caso perdido. Jesus, ao amar, corrige, impõe limites, por isso não se assuste se a misericórdia de Deus lhe for dura. Quanto mais nós amamos uma pessoa, mais queremos colocá-la no equilíbrio. No coração misericordioso de Jesus ainda existe lugar para você.

Se nós acreditarmos, verdadeiramente, que no coração de Deus tem sempre um lugar para nós, vamos mudar as nossas condutas, porque isso é precioso demais.

O anúncio do Evangelho é para nos ajudar a escolher pela vida. Quer saber se você está no caminho certo? É só saber se você está conseguindo dormir bem, colocar a sua cabeça no travesseiro, satisfeito com a ser humano que você é.

Os raios da imagem de Jesus Misericordioso são direcionados para o chão, porque é onde estão as nossas misérias humanas. E eu prefiro, muito mais, ter minhas misérias aos pés de Jesus, a ter minhas vitórias no rabo de diabo.

A pior vaidade que podemos experimentar na vida é a espiritual, daqueles que experimentaram o amor de Deus e se sentem melhor do que aqueles que ainda não passaram por essa experiência. Na cruz, humilhado, mostrando na sua indigência humana, foi o único lugar em que Jesus esteve acima de nós.

A Festa da Misericórdia nos lembra que a nossa família precisa ser a casa da misericórdia, a casa do abraço.

“Senhor, quero ser o instrumento da sua misericórdia. Retire, Senhor, de nosso meio, o ódio, a competição; e coloca o dom de amar, para que sejamos uma célula do seu amor a transformar o mundo, a sociedade.” Coragem! A misericórdia é para você. Faça do seu coração um lugar de amor.

Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso

Papa João Paulo II

Papa João Paulo II - Bem-aventurado

No dia 2 de abril de 2005, véspera do 2º Domingo da Páscoa, o “Domingo da Divina Misericórdia”, o Papa João Paulo II, homem de Deus e da Igreja, homem simples do povo, entregou sua alma a Deus, após muitos sofrimentos físicos e depois de quase 27 anos à frente da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O lema que o Cardeal Woytila, de Cracóvia na Polônia, tinha escolhido era composto de duas palavras “totus tuus”, início de um hino de louvor e súplica a Santíssima Virgem Maria, a quem o Papa dedicara sua vida e a consagrou.

Todo teu sou, ó Maria! Assim ele viveu e, quando sofreu o atentado que quase o matou na Praça São Pedro, era 13 de maio,  dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem o Pontífice atribuiu “a mão que desviou o projétil” para que ele não morresse.

Quantos trabalhos e viagens pelo mundo! O Papa João Paulo II foi chamado “o Peregrino de Deus, o Peregrino da Paz”. A muitíssimos países, povos e nações visitou e a todos fazia ecoar as suas primeiras palavras na homilia do início do seu pontificado em outubro de 1978: “Abri as portas para o Senhor!”. E ele ainda reforçava: “Abri as portas, ou melhor, escancarai as portas para o Senhor. Não tenhais medo de Jesus Cristo”.

João Paulo II, na sua primeira visita ao Brasil, foi recebido com o canto: “A bênção, João de Deus, nosso povo te abraça. Tu vens em missão de paz. Sê bem-vindo e abençoa este povo que te ama. A bênção João de Deus”. E a cada vez que grupos de peregrinos ou mesmo nós, Bispos do Brasil, em Roma, cantávamos este refrão, João Paulo II parava e dirigia um sorriso ou um gesto carinhoso para aquele grupo no meio de tantos outros que o saudavam.

No ano de 2000, o ano do Grande Jubileu e do Perdão, ele convidou a todos para entrarem no terceiro milênio da encarnação e nascimento de Jesus Cristo, com festas e solenidades, mas sem deixarem de lembrar o perdão, a reconciliação com Deus e com os irmãos. Ele mesmo foi ao encontro dos judeus e colocou no muro do templo em Jerusalém o pedido de perdão e reconciliação de toda a Igreja. Convidou as religiões e igrejas cristãs ao encontro da paz e devoção em Assis, pondo em prática os documentos do Concílio Vaticano II, do qual era fiel sustentáculo e incentivador. Durante seu pontificado convidava a todos a buscar e a viver a santidade.

João Paulo II foi o homem da paz ao proclamar contra os que diziam que faziam a guerra em nome de Deus. Ele dizia “Guerra nunca mais! Eu o proclamo em nome da humanidade”. O único que poderia falar em nome de Deus não usurpou este direito e preferiu falar em nome das pessoas e dos pequeninos: “Guerras nunca mais”.

No dia do seu sepultamento, juntou-se em Roma uma multidão de mais de quatro milhões de pessoas vindas de todas as partes do mundo. Era bela e inusitada a afluência de tantos jovens no enterro do velho Papa.

Na frente da Basílica de São Pedro, junto ao corpo de João Paulo II, os Bispos, Sacerdotes, Religiosos e quantas autoridades de tantos países. Ele, ainda na sua morte, trouxe para junto de si governantes ou representantes de países que estavam em conflitos. O Sumo Pontífice morto ainda falava e ensinava a paz.

O povo aclamava “Santo Súbito”, isto é, que ele seja declarado Santo já, agora. Santo Imediatamente.

O cardeal que presidiu no dia 8 de abril de 2005 a Missa Solene de Exéquias, Joseph Ratzinger, foi eleito o sucessor de João Paulo II com o nome de Bento XVI, e será ele que ouviu a aclamação do povo: “Santo Súbito”, que neste domingo da Divina Misericórdia, 1º de maio de 2011, Dia do Trabalhador, proclamará Bem-aventurado o Bispo da Santa Igreja, o Papa João Paulo II.

E nós, felizes e sinceros, na verdade da nossa fé, faremos ecoar por todo o mundo: Bem-aventurado João Paulo II.

Rogai por nós.

Amém! Aleluia!

Dom Bruno Gamberini
Arcebispo Metropolitano de Campinas - SP

3 de maio de 2011

último encontro

Olá!

Sábado tivemos um encontro de catequese bem tranquilo. Fizemos uma atividade com as crianças e depois brincamos bastante com elas. Estou preparando o encontro de sábado (07/05) que vou falar sobre Maria e vamos fazer lembrancinhas do dia das Mães.

Estou procurando idéias de lembrancinhas, minha mãe está bem ajudando nisso também.

Beijinhos e uma excelente e abençoada semana.

1 de maio de 2011

Nossa Senhora de Guadalupe

Boa Noite!!!

A Claudia do Catequese na Net está postando imagens lindas com as histórias de cada Nossa Senhora. Eu tinha solicitado uma de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira de minha comunidade. Ficou linda e está aqui para vocês verem. O trabalho da Claudia é muito lindo e estou sempre acompanhando.

Pelos relatos, uma "Senhora do Céu"  fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo, que exigira alguma prova de que efetivamente a Virgem havia aparecido. Juan foi instruído por ela a dizer ao Bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu Tilma, em um tecido supostamente de pouca qualidade (feito a partir do cacto), que deveria se deteriorar em 20 anos mas que não mostra sinais de deteriorização até ao presente. Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade Nacional Autônoma do Méximo, em 1946, comprovou que as fibras do tecido correspondem as fibras de agave, tais fibras não duram mais do que vinte anos.
Em ampliações da face de Nossa senhora, os seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à Sua frente em 1531 - Juan Diego, e o bispo.